É o dia da inauguração. O RH já tem a equipa contratada e pronta, os equipamentos chegaram e a montra devia estar terminada.
Mas a obra atrasou.
O canalizador enganou-se num ponto de água. O pintor não consegue acabar porque o roço continua aberto. Sem pintura, a limpeza final não arranca. O mobiliário vem com atraso, os computadores ainda não estão ligados e ninguém pediu a instalação da internet.
O diretor está de cabelos em pé. E quando pergunta de quem é a culpa, a resposta é sempre a mesma: de ninguém.
Esse é precisamente o problema.
O custo que não aparece no orçamento
Uma loja fechada não é só um incómodo. Cada dia de atraso significa:
- Faturação perdida. As vendas desse dia não se recuperam.
- Salários pagos a uma equipa sem trabalho.
- Renda a correr num espaço que não produz receita.
- Marketing desperdiçado. A campanha de abertura já foi comunicada.
- Desgaste da marca junto do centro comercial, dos clientes e da própria equipa.
E há um custo menos visível. Abrir um novo ponto de venda é um dos momentos mais importantes para uma marca. Quando a obra se transforma num pesadelo, chega-se à inauguração tão esgotado que já ninguém consegue celebrar o objetivo cumprido.
O diretor que estava a escolher sombreiros
Numa reunião com uma marca em plena expansão na Europa, o diretor de expansão passou boa parte do tempo preocupado com a compra dos sombreiros e do mobiliário para a esplanada do novo restaurante.
Não por falta de competência, mas por falta de alguém que tratasse disso por ele.
Um diretor de expansão devia estar a negociar novas localizações e a fazer crescer a marca, não a acompanhar a entrega de sombreiros. Sempre que alguém nesse nível resolve detalhes de obra, a empresa está a pagar caro por uma tarefa que devia estar delegada.
O problema raramente é técnico. É de coordenação.
Vivemos num mundo rápido, tecnológico e cheio de facilidades. Numa obra, porém, a maior dificuldade continua a ser a mesma: gerir as pessoas e as equipas que executam cada etapa.
Canalizador, eletricista, pintor, carpinteiro, fornecedor de mobiliário, operador de telecomunicações, empresa de limpeza, administração do centro comercial. Cada um faz bem a sua parte, mas se ninguém coordena a sequência, basta um atraso para travar todos os outros.
Checklist: o que costuma ficar esquecido antes de uma inauguração
- Pedido de ligação de internet e telecomunicações, que pode demorar semanas
- Contratos de água, luz e gás em nome do novo espaço
- Aprovação do projeto e horários de obra junto do centro comercial
- Prazos de entrega do mobiliário e dos equipamentos, confirmados por escrito
- Ordem das especialidades: canalização e eletricidade antes de fechar roços e pintar
- Segurança contra incêndio: extintores, sinalética e iluminação de emergência
- Instalação e teste de sistemas (POS, computadores, alarme, som)
- Limpeza final de obra, com data reservada
- Vistoria final e lista de remates antes da abertura
Se alguns destes pontos não têm hoje um responsável e uma data no seu projeto, o risco de atraso já existe.
Na Plenno, uma obra bem executada não é sorte
É gestão, controlo de processos e mitigação de riscos.
Por isso fazemos a gestão completa de todos os fornecedores do seu projeto:
- Coordenamos os seus fornecedores, se já os tiver.
- Encontramos e contratamos os que faltam, se não tiver fornecedor para alguma necessidade.
- Executamos a obra diretamente, quando faz sentido.
Desenvolvemos um método próprio de gestão de fornecedores, processos e fases da obra, com controlo e monitorização contínuos. Assim sabe sempre em que ponto está o projeto, e os problemas são resolvidos antes de chegarem ao dia da inauguração.
Não nos limitamos a executar ou a gerir obras. Damos-lhe a tranquilidade de viver a inauguração como ela merece: como uma conquista.
