Obra em regime noturno e faseado, dentro do horário e das regras do centro comercial. A área é entregue operacional em cada manhã. A loja vende no dia seguinte.
Fechar uma loja para obra tem um custo que não aparece no orçamento da obra: os dias de venda perdidos. Numa loja com bom desempenho, esse número supera quase sempre a diferença entre executar de dia e executar de noite. E há o resto, que não se mede em euros: o cliente habitual que encontra a porta fechada e passa a ir a outro sítio, e a equipa parada a receber.
Um dia de loja fechada custa mais do que a diferença entre fazer de dia e fazer de noite.
- Adaptações elétricas e de infraestrutura
- Adaptação de AVAC e exaustão
- Substituição e instalação de equipamento (frio, balcões, termoacumuladores)
- Mobiliário complementar e carpintaria
- Adaptação de armazém e zonas técnicas
- Atualização de imagem de loja
- Pequenas remodelações executadas por fases
- Começa com uma visita técnica com a loja em funcionamento, para ver o que é possível fazer sem parar a operação.
- Desenhamos o plano de fases sobre o horário real da loja e sobre as regras do centro comercial: horários permitidos, limites de ruído, circulação de materiais, acessos de carga.
- Em cada noite: isolamento e proteção da área e das instalações existentes, execução, limpeza final e verificação antes de reabrir.
- A área é entregue operacional todas as manhãs, sem exceção. Se uma fase não puder ser concluída dentro da noite, não se começa essa fase.

Para quem tem parque de lojas
Uma rede com dezenas de lojas gera intervenções todos os anos: equipamento no fim de vida, mudança de conceito, adaptação técnica, atualização de imagem. Fazemo-las como programa e não como obras isoladas. Isso significa que já conhecemos as suas lojas, o seu padrão e os centros onde está, e que a segunda intervenção arranca mais depressa do que a primeira.