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Custo e prazo

Uma loja que não abre na data prevista perde faturação todos os dias. Veja o que costuma falhar numa obra comercial e como evitar o caos da inauguração.

5 min de leitura

É o dia da inauguração. O RH já tem a equipa contratada e pronta, os equipamentos chegaram e a montra devia estar terminada.

Mas a obra atrasou.

O canalizador enganou-se num ponto de água. O pintor não consegue acabar porque o roço continua aberto. Sem pintura, a limpeza final não arranca. O mobiliário vem com atraso, os computadores ainda não estão ligados e ninguém pediu a instalação da internet.

O diretor está de cabelos em pé. E quando pergunta de quem é a culpa, a resposta é sempre a mesma: de ninguém.

Esse é precisamente o problema.

O custo que não aparece no orçamento

Uma loja fechada não é só um incómodo. Cada dia de atraso significa:

  • Faturação perdida. As vendas desse dia não se recuperam.
  • Salários pagos a uma equipa sem trabalho.
  • Renda a correr num espaço que não produz receita.
  • Marketing desperdiçado. A campanha de abertura já foi comunicada.
  • Desgaste da marca junto do centro comercial, dos clientes e da própria equipa.

E há um custo menos visível. Abrir um novo ponto de venda é um dos momentos mais importantes para uma marca. Quando a obra se transforma num pesadelo, chega-se à inauguração tão esgotado que já ninguém consegue celebrar o objetivo cumprido.

O diretor que estava a escolher sombreiros

Numa reunião com uma marca em plena expansão na Europa, o diretor de expansão passou boa parte do tempo preocupado com a compra dos sombreiros e do mobiliário para a esplanada do novo restaurante.

Não por falta de competência, mas por falta de alguém que tratasse disso por ele.

Um diretor de expansão devia estar a negociar novas localizações e a fazer crescer a marca, não a acompanhar a entrega de sombreiros. Sempre que alguém nesse nível resolve detalhes de obra, a empresa está a pagar caro por uma tarefa que devia estar delegada.

O problema raramente é técnico. É de coordenação.

Vivemos num mundo rápido, tecnológico e cheio de facilidades. Numa obra, porém, a maior dificuldade continua a ser a mesma: gerir as pessoas e as equipas que executam cada etapa.

Canalizador, eletricista, pintor, carpinteiro, fornecedor de mobiliário, operador de telecomunicações, empresa de limpeza, administração do centro comercial. Cada um faz bem a sua parte, mas se ninguém coordena a sequência, basta um atraso para travar todos os outros.

Checklist: o que costuma ficar esquecido antes de uma inauguração

  • Pedido de ligação de internet e telecomunicações, que pode demorar semanas
  • Contratos de água, luz e gás em nome do novo espaço
  • Aprovação do projeto e horários de obra junto do centro comercial
  • Prazos de entrega do mobiliário e dos equipamentos, confirmados por escrito
  • Ordem das especialidades: canalização e eletricidade antes de fechar roços e pintar
  • Segurança contra incêndio: extintores, sinalética e iluminação de emergência
  • Instalação e teste de sistemas (POS, computadores, alarme, som)
  • Limpeza final de obra, com data reservada
  • Vistoria final e lista de remates antes da abertura

Se alguns destes pontos não têm hoje um responsável e uma data no seu projeto, o risco de atraso já existe.

Na Plenno, uma obra bem executada não é sorte

É gestão, controlo de processos e mitigação de riscos.

Por isso fazemos a gestão completa de todos os fornecedores do seu projeto:

  • Coordenamos os seus fornecedores, se já os tiver.
  • Encontramos e contratamos os que faltam, se não tiver fornecedor para alguma necessidade.
  • Executamos a obra diretamente, quando faz sentido.

Desenvolvemos um método próprio de gestão de fornecedores, processos e fases da obra, com controlo e monitorização contínuos. Assim sabe sempre em que ponto está o projeto, e os problemas são resolvidos antes de chegarem ao dia da inauguração.

Não nos limitamos a executar ou a gerir obras. Damos-lhe a tranquilidade de viver a inauguração como ela merece: como uma conquista.